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Receitas da semana: pratos rápidos e lights para o almoço

Sim, eu continuo de dieta e sem muito tempo para receitas elaboradas. Resultado? Almoço expresso e light:

Peito de frango, purê de abóbora com gengibre e abobrinha refogada:
Tempere o filet de peito de frango com sal e pimenta do reino e frite em um fio de azeite. Não mexa muito nem fure a carne para garantir a maciez. Como sou louca por curry, costumo salpicar um pouquinho depois de selar a carne.

Fatie uma cebola, uma abobrinha italiana e corte um tomate em cubinhos. Refogue a cebola no azeite, acrescente o tomate e por último a abobrinha. Salgue e tampe a panela. Mexa de vez em quando até a abobrinha ficar macia.

Descasque meia abóbora japonesa. Sim, isso é serviço de corno difícil. Para ajudar, deixe a abóbora por dois minutos no micro-ondas (alô, novo acordo ortográfico!) e a casca ficará mais molinha. Refogue com meia cebola e um dente de alho picados. A abóbora vai desmanchando aos poucos. Se precisar vá acrescentando um pouco de água durante o cozimento. Amasse a abóbora e acrescente um pouquinho de gengibre fresco ralado na hora, uma colher rasa de manteiga, sal e leite até dar o ponto de purê.

Sardinha rápida na panela de pressão
Essa eu aprendi com Lurdinha, a moça que cuida da minha vovó diariamente. Coloque cebola e tomate em uma panela de pressão. Refogue com um pouco de azeite. Tempere as sardinhas inteiras e limpas (sem cabeça e barrigada) com alho e sal e coloque sobre a mistura da panela. Feche e espere três minutos até cozinhar. Voilá!

Risoto de cebola, passas brancas e açafrão

Tá, risoto não faz parte do meu cardápio de regime, mas me empolguei com o açafrão que ganhei importado do mercado de especiarias de Dubai (chi-que, meu bem).

temperos1Lindo, ainda nos estigmas! (Ao fundo está a páprica, que veio na mala junto com outros quitutes)

Usei caldo de frango pronto, mas aconselho fazer em casa, se você tiver um tempinho extra. Deixe-o aquecido, já com um punhadinho de açafrão. Em outra panela, refogue meia cebola cortada em tiras em um pouco de azeite. Adicione um copo de arroz arbóreo ou carnaroli e frite até aquecê-lo bem. Acrescente uma taça de vinho branco e deixe evaporar. Coloque as passas brancas á colocando o caldo aos poucos, mexendo sempre. Se precisar, coloque água no caldo para render mais. Verifique o sal (cuidado, o caldo já tem sal) e corrija o tempero. Quando o arroz estiver “al dente” desligue o fogo e adicione uma colher de sobremesa rasa de manteiga. Polvilhe queijo ralado – se tiver um parmesão ralado na hora, melhor!

risotook

Variações para essa receita: cogumelos, damasco seco, alho poró, pêra com gorgonzola, ervilha torta… Use a imaginação e os itens sobrando na geladeira.

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Festa em casa? Dicas do que servir

(Esse texto foi publicado por mim no Amélias. No fim deste post está o link para a versão completa)

Almoço em família, reunião de amigos, aniversário (seu, de casamento, dos filhos). Sempre há um bom motivo para receber pessoas em nossa casa – e esses eventos trazem vida à rotina.

Para variar do churrasco ou macarronada, vale investir um pouquinho de tempo em comidas criativas, nos ingredientes e apresentação. O chamado finger food é a alternativa ideal. A proposta é oferecer aos convidados pequenas porções, para comer com as mãos. Este tipo de serviço está na moda, é sofisticado, e, se bem planejado, dispensa o uso de uma grande quantidade de louça (nada como diminuir o volume para lavar). Além de tudo, finger food é interessante para ocasiões nas quais o número de pessoas é maior que o espaço da mesa de jantar.

Não se preocupe, o preparo não precisa ser complicado nem muito caro. Selecionei algumas sugestões, possíveis de serem adaptadas.
Veja as receitas aqui

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É proibido beijar

A localização não é das mais convidativas, o horário de funcionamento é rígido, as mesas são escassas, o preço não é dos mais baixos… Mas tudo vale a pena! Com personalidade e tradição, o Bar do Léo serve um dos melhores chopps paulistanos, além de petiscos primorosos.

O estabelecimento funciona no centro da cidade desde 1940, onde atualmente está o quadrilátero da cracolândia. Fica aberto somente até 20:30hs durante a semana e até 16:00hs aos sábados (não adianta chorar, porque eles te mandam embora depois desse horário). Domingo não abre: “Tem jogo do corinthians”, avisa o cardápio.

Sobre o beijo, de fato pede-se a gentileza de evitá-los. A justificativa é basicamente garantir o clima “familiar” do recinto, que fica em uma esquina rodeada de travestis e “mulheres da vida”, como diria vovó.

No Bar do Léo, o chopp é assunto sério. Sai a 0ºC dos bicos de uma grande chopeira no balcão, com um generoso colarinho (R$ 4,50). Para acompanhar, sugiro a dose de Steinhaeger* (R$ 10) ou de Schnapps (R$ 6), servidos em um copinho de plástico com a logomarca da casa:

Acatei a sugestão da minha amiga Ana, que há tanto tempo me falava do Léo,
e pedi os canapés no pão preto: lingüiça moída e pasta de gorgonzola com
copa (R$ 21). Fortes e saborosos, acompanhados de azeitonas. Amei.

Em seguida investimos no salsishão (R$ 13), que eu comi com
toneladas de mostarda escura e pãozinho.

Os quitutes de boteco, como pastéis (R$12, R$18 ou R$ 23 a porção, de acordo com o recheio) e bolinho de bacalhau (R$ 3,50 cada), são servidos em dias alternados, assim como os pratos do almoço, que custam entre R$ 20 e R$ 30.

Senta que lá vem (uma breve) história:

Com 87 anos, o Sr. Luiz Vieira foi o primeiro garçom da casa. E ainda trabalha lá alguns dias na semana, apesar de aposentado. Ele e o bar não vivem mais separados.

No começo, o Bar do Léo funcionava sem nome ou placa. Começou a ser chamado assim pela clientela, em função do antigo dono, Seu Leopoldo. Em 1964, ele vendeu o local para Hermes de Rosa, que oficializou o nome, o almoço diário e o chopp Brahma. E assim é até hoje, mesmo após o falecimento do empresário em 2003. Quem toca a casa no dia-a-dia é o gerente Waldemar Pinto, responsável por manter o jeitão que faz do Léo uma referência.

*Steinhaeger

A bebida merece uma citação extra. Para quem não conhece, é um destilado feito a base de zimbro (a composição pode variar de acordo com a marca). Casa muito bem com cerveja, o que a faz uma ótima – e não muito cara – opção para servir em festas, entre amigos e em churrascos. Como idéia para presente, há uma edição de luxo, em uma embalagem linda de porcelana.

Compare preços de Steinhaeger aqui

Bar do Léo
Rua Aurora, 100
Centro – São Paulo
(11) 3221-0247
www.barleo.com.br

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